Uma romântica sem causa é o que sou. Uma romântica contida. Uma romântica incurável. Uma romântica sofrida. Uma romântica ciumenta. Uma romântica sem romance. Vivo por aqui e ali suspirando por histórias que não vivi mas que tenho esperança. Sou romântica até que me provem o contrário. Eu vejo amor em tudo o que passa pelo meu caminho. Sou romântica e assumo. Já tentei ser a durona, a louca, a sem noção e muitas outras coisas que divergem do que realmente sou. Mas quando estou deitada e sozinha, é que meu romance aflora. Ele desperta do seu sono profundo e vem trazer toda palavra e lembrança que chegou perto de se tornar amor. Não tenho motivos para ser romântica, eu sei que sou e ponto final. Minha mãe sempre dizia que meu amor deveria ser guardado porque é grande demais para qualquer pessoa. Isso justifica algumas escolhas erradas. Meu coração é de quem ama tudo e todos. Sou romântica e não aceito não como resposta. Se me pedem para escrever sobre outro assunto eu digo que não sei. O amor é tão lindo, tão gostoso que a única saída para esse tanto de sentimento não explodir aqui dentro é sair por aí escrevendo. Contive muito o meu coração para ele não sair caindo e sofrendo por cada paixão desenfreada que vivo sozinha. Sei apreciar uma história como ninguém, sei chorar quando um casal fica junto, e principalmente quando um casal se separa. Meu coração amolece com quem tem sentimento sobrando, amando, querendo. Ontem eu acabei descobrindo que talvez não exista alguém para o meu amor, meus textos, minha vida, minhas saudades. Só que no mundo inteiro deve existir alguém querendo ser amado, alguém que não liga se eu deixar escapar uma palavra, uma lágrima, um sorriso. Sou romântica, e mesmo com tantas festas, bebidas e amigos eu sei que ainda vou escrever a história principal do meu romance. Sou uma romântica moderna, uma romântica enlouquecida, uma romântica cheia de esperança. Sou romântica no estilo hollywoodiano de ser. Sou romântica, até que provem o contrário.

milaahb. (via on-repairs)

“Te escondi dentro de uma caixinha. Nunca fui de dividir minhas coisas, quem dirá você. Eu não acho uma definição pra você, nem no maior dicionário do mundo. Você é sem palavras e é completamente sem sentindo. Eu podia ser clichê e dizer que tu é minha vida. Mas, por ser eu, não vou dizer isso. Mas posso dizer que você é uma grande parte dela, sabe? Você não faz uma grande parte da minha vida, você é. Que tipo de pessoa se define em “vida”? Blé. Nunca fui de ser romântico, mas você descobre lados meus que eu nem sabia que existiam.”

(Fonte: segredou)